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- A Hora do Planeta é um gesto simples que ganhou o mundo
Hoje, dia 28 de março de 2026, assinala-se a Hora do Planeta entre as 20h30 e as 21h30, hora local. Promovida pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF), esta iniciativa convida pessoas, empresas e instituições a desligarem as luzes não essenciais durante uma hora, num gesto simbólico de sensibilização para os desafios ambientais do nosso tempo. Como surgiu esta iniciativa A Hora do Planeta nasceu em 2007, na cidade de Sydney, como uma ação local promovida pela WWF em parceria com entidades ambientais e governamentais. O objetivo era simples, mas ambicioso: chamar a atenção para as alterações climáticas por meio de um gesto coletivo, visível e facilmente replicável. O impacto foi imediato. O que começou por ser uma ação numa única cidade transformou-se rapidamente num movimento global. Em poucos anos, a iniciativa expandiu-se a centenas de cidades e hoje envolve milhões de pessoas em mais de uma centena de países e territórios. Monumentos emblemáticos em todo o mundo, desde grandes capitais a pequenas localidades, apagam simbolicamente as suas luzes, reforçando uma mensagem comum: a necessidade urgente de proteger o planeta. Onde e como é praticada? A força da Hora do Planeta reside precisamente na sua simplicidade. Em Portugal, tal como noutros muitos países, a participação é voluntária e abrange todos os setores da sociedade. Cidades, empresas, instituições públicas e cidadãos são convidados a aderir, desligando as luzes de edifícios, montras, escritórios e habitações. No entanto, a iniciativa evoluiu. Hoje em dia, a mensagem vai para além do simples gesto de desligar as luzes. A própria WWF incentiva cada pessoa a "dar uma hora ao planeta", seja através de ações concretas como reduzir o consumo energético, repensar os hábitos de consumo, evitar o desperdício ou, simplesmente, parar para refletir. Trata-se, no fundo, de um movimento de consciência coletiva. Porque continua a fazer sentido Num mundo cada vez mais tecnológico e acelerado, é fácil perder a noção do impacto das nossas escolhas. A Hora do Planeta surge como um momento de pausa, quase um ritual contemporâneo, que nos convida a refletir. É importante ser direto: uma hora sem luz não resolve os problemas ambientais. No entanto, pode despertar algo mais profundo: uma mudança de mentalidade. São essas mudanças, consistentes e repetidas ao longo do tempo, que transformam verdadeiramente as realidades. Um convite à consciência e ao equilíbrio Há algo de particularmente interessante nesta iniciativa: a sua ligação ao conceito de equilíbrio. Desligar as luzes é, de certa forma, libertarmo-nos do excesso. É criar espaço para o silêncio, para a presença e para a reflexão. Num contexto em que tudo é imediato, esta pausa adquire um valor inestimável. Essa lógica está profundamente alinhada com aquilo que defendemos diariamente. Cuidar de si não é apenas uma questão estética, mas sim uma questão de consciência. Tal como escolhemos o que colocamos na nossa pele, também devemos escolher como vivemos no mundo. Esta noite, propõe-se algo simples: Desligue as luzes. Abrandem o ritmo. Afaste-se do ruído. Crie um momento só seu. Na Mánela Cinco das Três®, acreditamos que o verdadeiro cuidado começa com a consciencialização. E, por vezes, tudo começa com um gesto aparentemente pequeno, mas significativo. Hoje, entre as 20h30 e as 21h30, junte-se à Hora do Planeta. Porque o futuro constrói-se, inevitavelmente, nas escolhas de hoje.
- Mariana Freire, a alquimista dos sabores, chegou à Mánela
Há quem entre na cozinha como se entrasse num espaço de criação: com paixão, curiosidade e uma pitada de ousadia. Mariana Freire é uma dessas pessoas. Desde 2017 que se dedica à pastelaria com rigor e sensibilidade, transformando ingredientes simples em experiências memoráveis. É com enorme satisfação que a recebemos na Mánela Cinco das Três®, como parceira oficial da rubrica "O Sabor da Harmonia". Licenciada em Produção Alimentar em Restauração pela ESHTE, Mariana distingue-se não só pela sua técnica, mas também pela sua capacidade de criar emoções à mesa. Ao longo da sua carreira, aprofundou os seus conhecimentos em áreas específicas como os doces da América Latina, os macarons e o brigadeiro, demonstrando uma procura contínua pela excelência. Em 2020, expandiu a sua presença para o mundo digital através da conta @chefmarianasf, onde partilha receitas, momentos dos bastidores e instantes genuínos do seu processo criativo. Foi precisamente essa autenticidade, aliada ao seu talento, que lhe permitiu conquistar uma comunidade fiel e despertar a atenção da Mánela. Participação no programa Em Família da TVI Mariana, que é apaixonada pela gastronomia italiana e por influências internacionais, alia tradição e inovação com naturalidade. Atualmente, exerce funções de subchefe de pastelaria, mantendo uma visão clara de crescimento, com o desenvolvimento de e-books e conteúdos pensados também para pessoas com restrições alimentares, pois acredita genuinamente que todos merecem um doce. A partir de 10 de junho de 2025, será na categoria exclusiva "O Sabor da Harmonia" do Diário da Mánela Cinco das Três® que a Mariana partilhará receitas exclusivas, criadas com alma, sabor e criatividade, pensadas especialmente para quem acredita que o bem-estar e o prazer à mesa vão de mãos dadas. Simples ou sofisticadas, para dias festivos ou domingos preguiçosos, todas as receitas terão um único propósito: trazer equilíbrio, conforto e alegria à sua rotina com um toque especial que só a Mariana sabe proporcionar. O seu percurso inclui ainda uma participação no programa "Em Família", da TVI, onde reforçou o reconhecimento do seu trabalho e dedicação à área. A partir de 10 de junho de 2025, será no programa Diário da Mánela Cinco das Três®, na categoria "O Sabor da Harmonia", que Mariana partilhará receitas exclusivas, concebidas para equilibrar prazer, bem-estar e criatividade. Sejam propostas simples ou mais elaboradas, cada criação terá um propósito claro: proporcionar equilíbrio, conforto e alegria à mesa. Porque, no fundo, a Mariana não se dedica apenas à confeção de sobremesas. Cria momentos. Bem-vinda, Mariana. A tua arte veio para ficar. Vídeo
- Queques de banana, aveia e chocolate: um lanche saboroso, nutritivo e energético
Há receitas que conquistam logo à primeira vista e outras que surpreendem ao primeiro sabor. Estes queques de banana, aveia e chocolate conseguem ambas as coisas: são bonitos, práticos, nutritivos e repletos de benefícios para a saúde. A banana madura é a base perfeita: é naturalmente doce, rica em potássio, fibras e vitaminas essenciais que ajudam a regular a energia e a promover a sensação de saciedade. A aveia é um dos cereais mais completos, conhecida pela sua riqueza em fibras e pela capacidade de manter os níveis de energia estáveis por mais tempo, o que a torna ideal para quem precisa de um lanche consistente ao longo do dia. Os ovos acrescentam proteína de qualidade e contribuem para a textura fofa dos queques, ao passo que o chocolate negro com 70% de cacau oferece um toque de intensidade, graças aos seus antioxidantes poderosos, que fazem bem ao coração e ao humor. O resultado é um lanche perfeito para crianças e adultos, que equilibra o saudável e o indulgente. Além disso, são muito práticos: podem ser congelados e, em segundos no micro-ondas, transformam-se num lanche pronto a consumir, seja para acompanhar um café, para levar na lancheira ou simplesmente para satisfazer um desejo de comer algo doce sem culpa. Estes queques são a escolha ideal para quem procura uma alternativa rápida, deliciosa e nutritiva às opções industrializadas. Porque cuidar da saúde não tem de ser aborrecido: pode ser saboroso, reconfortante e repleto de prazer. Preparação: 30 min Rendimento: cerca de 24 mini queques - uma porção 2 mini queques Ingredientes: 160g banana madura 100g aveia 2 ovos tamanho L 50g açúcar cana integral 40g manteiga derretida 5g fermento 40g chocolate negro 70% Preparação: Pré-aqueça o forno a 180 °C. Prepare a forma dos mini queques: se tiver, coloque forminhas de papel; se não tiver, unte a forma com desmoldante ou com manteiga derretida e farinha. Numa liquidificadora ou num processador de alimentos, coloque a banana, a aveia e os ovos e triture muito bem. Adicione esta mistura à manteiga derretida e misture. Adicione o açúcar e o fermento e misture novamente. Finalize a massa envolvendo o chocolate picado. Coloque a massa em formas de queques pequenas e asse no forno durante 12 a 15 minutos ou até um palito sair limpo quando espetado na massa. Nota: Pode congelar os queques num saco hermético e descongelá-los diretamente no microondas durante 10 a 30 segundos (dependendo da potência), para ter um lanche pronto sempre à mão. Informações nutricionais: 1 porção Energia (Kcal) Lípidos (g) Fibra (g) Hidratos Carbono (g) Acúcar (g) Proteína (g) Total 1400,2 65,7 15,7 161,4 95 32,9 Porção 116,7 5,4 1,3 13,4 7,9 2,7 Video @chefmarianasf
- Cachorros Coreanos Crocantes
Uma explosão de textura e sabor que transforma um clássico num petisco irresistível. Há receitas que conquistam logo à primeira dentada e estes cachorros coreanos são um exemplo perfeito. Com um interior macio, um exterior incrivelmente crocante e um toque levemente adocicado, típico da comida de rua asiática, são ideais para um momento descontraído, para surpreender os convidados ou, simplesmente, para experimentar algo diferente e divertido na cozinha. O segredo está no contraste de texturas: a massa suave, os cornflakes crocantes e a fritura no ponto certo. Preparação: 35 min Rendimento: 8 porções Ingredientes: 15 g de açúcar 1 ovo 50 g de leite 3 g de sal 100 g de farinha 10 g de fermento 100 g de cornflakes 1 lata de 8 salsichas Óleo para fritar Paus de espetada Preparação: Comece por retirar as salsichas da lata e por as secar cuidadosamente com papel de cozinha. Espete cada uma num pau de espetada e reserve. Numa tigela, misture bem o ovo, o leite, o açúcar e o sal até obter um preparado homogéneo. Adicione a farinha gradualmente, mexendo sempre, para evitar a formação de grumos. Por fim, junte o fermento. Numa outra taça, coloque os cornflakes e esmigalhe-os ligeiramente com as mãos, de modo a obter pedaços crocantes. Aqueça o óleo em lume brando. Passe cada salsicha pela massa, rodando o palito para garantir uma cobertura uniforme. De seguida, envolva-as nos cornflakes, pressionando ligeiramente para estes aderirem bem. Coloque imediatamente a fritar, rodando ocasionalmente para dourar de forma uniforme. Quando estiverem bem dourados e crocantes, retire-os e deixe-os escorrer sobre papel absorvente ou numa grelha. Sirva-os ainda quentes, acompanhados dos seus molhos preferidos. @chefmarianasf
- Quiche de Cogumelos e Alho-francês
O verdadeiro bem-estar começa também à mesa. Uma alimentação equilibrada, simples e consciente faz parte do mesmo conceito de harmonia que aplicamos aos nossos rituais de cuidado. Esta quiche é um excelente exemplo: é prática, nutritiva e foi concebida para evitar o desperdício, permitindo aproveitar as claras de ovo que muitas vezes ficam esquecidas no frigorífico. Rica em proteína, leve e muito saborosa, é uma opção versátil, perfeita para uma refeição completa, para levar para o trabalho ou para um momento de partilha em família. É uma receita equilibrada, reconfortante e alinhada com um estilo de vida saudável. Preparação: 35-45 min Rendimento: 6 porções Ingredientes: 1 base de massa quebrada 200 g de cogumelos 200 g de alho-francês 10 g de azeite 5 g de alho em pó 5 claras de ovo (≈150 g) 200 g de queijo cottage Sal e pimenta preta q.b. Preparação: Estenda a massa numa tarteira e reserve. Corte os cogumelos em fatias e o alho-francês em meias-luas finas. Numa frigideira, aqueça o azeite em lume médio-alto. Adicione os cogumelos e deixe cozinhar até reduzirem de volume. Acrescente o alho-francês, o alho em pó e tempere com sal e pimenta. Cozinhe até ficar macio. Distribua o preparado sobre a massa na tarteira. No liquidificador ou no processador, triture o queijo cottage com as claras e tempere a gosto até obter uma mistura homogénea. Verta sobre o recheio e espalhe uniformemente. Leve ao forno pré-aquecido a 180 °C durante 15 a 20 minutos, até o centro ficar firme. Nota: Esta quiche pode ser servida como prato principal, acompanhada por uma salada fresca, arroz simples ou quinoa, criando assim uma refeição equilibrada, nutritiva e completa. Informações nutricionais: 1 porção Energia (Kcal) Lípidos (g) Fibra (g) Hidratos Carbono (g) Acúcar (g) Proteína (g) Total 1608,8 87,5 15,2 135,2 15,7 63,3 Porção 268,1 14,6 2,5 22,6 2,6 10,5 @chefmarianasf
- Mudança de hora: um hábito antigo que ainda faz sentido?
A mudança de hora é uma daquelas tradições que todos conhecem, mas que poucos questionam verdadeiramente. Duas vezes por ano, lá vamos nós: ou dormimos uma hora a menos, ou ganhamos uma — e ficamos sempre com a sensação de que o nosso corpo não foi consultado. Em Portugal, tal como na maior parte da Europa, esta prática continua em vigor. Mas será que ainda faz sentido? Ou será que estamos apenas a manter um hábito que já não acompanha a forma como vivemos atualmente? Vamos por partes. Afinal, o que é a mudança de hora? Em termos simples, a mudança de hora consiste em adiantar os relógios uma hora na primavera (horário de verão) e atrasá-los no outono (horário de inverno). Na prática, isto significa que, no verão, o sol "fica acordado" até mais tarde, permitindo-nos aproveitar melhor o final do dia. Já no inverno, o horário está mais alinhado com o nascer do sol. Em Portugal, este ajuste ocorre sempre no último domingo de março e no último domingo de outubro — datas que muitos só recordam quando o telemóvel muda automaticamente... e o relógio do carro fica esquecido. De onde veio esta ideia? A lógica por trás da mudança de hora é antiga e bastante pragmática. Durante a Primeira Guerra Mundial, em 1916, a Alemanha foi o primeiro país a adotar esta medida com um objetivo claro: poupar energia. Menos luz artificial significava menos consumo de carvão, essencial para o esforço de guerra. Portugal aderiu no mesmo ano, seguindo a tendência europeia. Desde então, e apesar de alguns ajustes e interrupções, a prática ficou quase como um hábito difícil de abandonar. Faz mesmo diferença? É aqui que o tema se torna interessante. Durante muito tempo acreditou-se que a mudança de hora permitia poupar energia. Embora inicialmente tenha sido concebida para esse efeito, o impacto real desta medida é hoje amplamente discutido. Em certos contextos, isso era verdade. Atualmente, no entanto, com novos hábitos, tecnologia mais eficiente e um consumo digital mais elevado, esse impacto já não é assim tão evidente. Por outro lado, há quem valorize, e muito, os fins de tarde mais longos no verão. Mais tempo para passear, jantar fora ou, simplesmente, para não sentir que o dia "acabou cedo demais". E o outro lado da questão? Nem tudo são vantagens. A alteração do horário, mesmo que aparentemente pequena, pode afetar o nosso ritmo biológico. Há quem sinta mais cansaço, tenha dificuldade em adormecer e até se mostre mais irritadiço nos dias seguintes à mudança. Os efeitos são reais, mas geralmente temporários. Crianças, idosos e pessoas com rotinas mais rígidas tendem a sentir mais intensamente este impacto. E, sejamos honestos, há sempre aquele dia em que ninguém sabe bem "em que hora está". E na Europa, o que está a acontecer? Nos últimos anos, a União Europeia começou a questionar seriamente esta prática. Em 2018, uma consulta pública revelou que a maioria dos cidadãos era contra a alteração da hora. No ano seguinte, foi aprovada uma proposta para pôr termo ao sistema de mudança de hora, prevendo-se que cada país pudesse optar por manter permanentemente o horário de verão ou o de inverno. No entanto, esta medida nunca chegou a ser implementada. A decisão continua dependente de um acordo entre os Estados-membros, que enfrentam dificuldades em coordenar uma solução comum, sobretudo devido aos impactos nos transportes, no comércio e no funcionamento do mercado interno. Resultado? Para já, tudo continua exatamente como está e não há uma data concreta para a mudança. E Portugal, o que deve fazer? Esta é a grande questão. Portugal segue o fuso horário de Greenwich, o que torna qualquer decisão particularmente sensível. A opção por um horário permanente, seja de verão ou de inverno, terá um impacto direto na forma como começamos e terminamos os nossos dias. Preferimos mais luz de manhã ou mais luz ao final da tarde? Não há uma resposta certa, mas sim prioridades diferentes. Então... vale a pena continuar? A verdade é simples: a mudança de hora fez sentido numa determinada época. Hoje em dia, o mundo mudou e talvez esteja na altura de reavaliar se esta prática continua a estar alinhada com a nossa realidade. Até lá, vamos continuar a ajustar os relógios e a discutir o tema duas vezes por ano, como manda a tradição. Na Mánela Cinco das Três®, o tempo não se mede em horas, sente-se. Estamos sempre prontos para o receber, no seu tempo, com o cuidado e a excelência que merece, seja verão ou inverno.
- Sexta-feira 13: de onde nasceu a superstição mais famosa do mundo?
Há datas que passam discretamente pelo calendário e outras que parecem envoltas num certo mistério. A sexta-feira 13 é, sem dúvida, uma das mais conhecidas. Sempre que esta combinação surge, multiplicam-se rapidamente os comentários, as brincadeiras e até os pequenos receios. Mas, afinal, de onde nasceu esta superstição tão famosa? A verdade é que a sexta-feira 13 não resulta de um único acontecimento histórico. Parece resultar da junção de duas ideias que, ao longo dos séculos, foram associadas ao azar: o dia de sexta-feira e o número 13. Durante muito tempo, a sexta-feira foi considerada um dia particularmente sensível na tradição europeia. Na cultura cristã, acredita-se que a crucificação de Jesus Cristo ocorreu numa sexta-feira. Este acontecimento marcou profundamente a simbologia do dia, levando muitas comunidades medievais a evitar iniciar viagens, celebrar contratos ou tomar decisões importantes nesse dia da semana. Por outro lado, o número 13 também adquiriu uma reputação peculiar ao longo da história. Uma das explicações mais citadas remete para a Última Ceia, na qual estavam treze pessoas à mesa: Jesus e os doze apóstolos. Segundo a tradição popular, Judas, o traidor, ocuparia o décimo terceiro lugar. Esta ideia ganhou ainda mais força, dado que, em muitas culturas antigas, o número 12 era considerado um símbolo de perfeição e equilíbrio. Existem 12 meses no ano, 12 signos do zodíaco, 12 horas no relógio e inúmeras outras referências históricas ligadas a este número. Ao ultrapassar essa ordem simbólica, o 13 passou a ser encarado como algo que quebra a harmonia. Há também um episódio histórico frequentemente associado à fama da sexta-feira 13. A 13 de outubro de 1307, uma sexta-feira, o rei Filipe IV de França ordenou a prisão em massa dos Cavaleiros Templários. Muitos membros da Ordem foram acusados de heresia, julgados e executados. Embora os historiadores discutam até que ponto este evento deu origem à superstição, a data contribuiu certamente para reforçar a aura sombria associada a este dia. Do ponto de vista do calendário, a sexta-feira 13 não é assim tão rara. Todos os anos há pelo menos uma, e em alguns anos podem existir até três. Geralmente, surgem uma ou duas vezes por ano. Curiosamente, sempre que um mês começa num domingo, haverá inevitavelmente uma sexta-feira 13 nesse mesmo mês. Mas será este dia realmente mais azarado do que os outros? A ciência diz que não. Vários estudos estatísticos analisaram acidentes, acontecimentos inesperados e outros episódios associados a esta data, sem encontrarem um aumento significativo. Muitas vezes, trata-se de um fenómeno psicológico: quando esperamos que algo corra mal, tendemos a reparar mais nos pequenos contratempos e a ignorar tudo o que corre normalmente. Ainda assim, a tradição mantém-se viva em várias partes do mundo. Por exemplo, alguns hotéis evitam ter quartos com o número 13, certos edifícios não têm o 13.º andar e há quem prefira não viajar ou tomar decisões importantes neste dia. No fundo, a sexta-feira 13 tornou-se um fenómeno cultural curioso, alimentado por histórias, tradições e pela imaginação coletiva. Talvez seja precisamente esse mistério que continua a tornar esta data tão fascinante. E se existe um lugar onde nenhuma superstição tem espaço, é quando decide dedicar tempo a cuidar de si. Porque, independentemente da data, na Mánela Cinco das Três® acreditamos que o verdadeiro poder está no bem-estar, na serenidade e na confiança que nasce quando nos sentimos bem connosco próprios. Por isso, se hoje for sexta-feira 13, não se preocupe. O único "efeito inesperado" que poderá acontecer é sair com uma pele mais luminosa, uma mente mais tranquila e aquela sensação rara de equilíbrio que o ritmo do dia a dia tantas vezes nos rouba.
- Um Sonho que Ganhou Vida: Três Anos da Mánela Cinco das Três®
Há três anos nasceu um sonho. No entanto, a sua concretização começou muito antes. Após mais de duas décadas dedicadas aos cuidados de saúde e ao trabalho para outras marcas, surgiu o desejo de criar algo verdadeiramente nosso: um projeto com identidade, alma e um propósito muito claro, colocar as pessoas no centro de tudo. Assim nasceu a Mánela Cinco das Três®. Nunca apenas como um espaço ou um mero centro de estética, mas um verdadeiro refúgio, pensado ao pormenor, onde cada detalhe foi cuidadosamente concebido para proporcionar conforto, serenidade e bem-estar. As cores que acalmam, a luz envolvente, a música tranquila e o ambiente acolhedor refletem uma filosofia simples, porém profunda: fazer com que cada pessoa se sinta genuinamente em casa. Desde o primeiro dia que assumimos um compromisso inequívoco: prestar um serviço de qualidade superior num espaço verdadeiramente diferenciador, onde cada pessoa é recebida com proximidade, respeito e dedicação. Ao longo destes três anos, crescemos de forma sólida e consistente. Evoluímos, inovámos e criámos novas formas de estar mais próximos da nossa comunidade. Desenvolvemos novas secções no nosso site manela5das3.pt, reforçando a partilha de conhecimentos e acompanhando as pessoas também fora do spa. Foi neste contexto que nasceu o "Diário da Mánela", que se tornou uma das nossas iniciativas com maior impacto e reconhecimento online. Mais do que um espaço de conteúdos, tornou-se um verdadeiro ponto de encontro com a nossa filosofia, onde partilhamos informação, inspiração e cuidados, prolongando a experiência Mánela para além do espaço físico. A nossa vontade de inovar levou-nos também à criação de projetos temáticos, como "O Sabor da Harmonia", desenvolvido em parceria com a chef Marian Freire. Esta rubrica reúne receitas cuidadosamente concebidas para promover o equilíbrio e o bem-estar, demonstrando que cuidar de si passa também por nutrir o corpo com qualidade, consciência e harmonia. Ao longo deste percurso, estabelecemos parcerias sólidas e significativas com entidades que partilham os nossos valores de rigor, qualidade e autenticidade. Cada colaboração representa mais um passo na consolidação de uma marca que se constrói diariamente com base na confiança. Crescemos, mas mantivemos intacta a nossa essência. Sabemos que nada disto teria sido possível sem aqueles que caminham connosco. A confiança dos nossos clientes, o profissionalismo dos nossos fornecedores, o apoio dos nossos parceiros, a amizade de quem sempre acreditou neste projeto e o empenho das pessoas que hoje constituem a marca Mánela Cinco das Três® foram fundamentais para transformar um sonho numa realidade sólida. No próximo dia 20 de fevereiro, celebramos o 3.º aniversário da Mánela Cinco das Três®. Mais do que assinalar uma data, queremos celebrar as pessoas que fazem parte desta história. Olhamos para o futuro com ambição, mas também com humildade e responsabilidade. Pretendemos continuar a crescer, a inovar e a elevar continuamente os nossos padrões, mantendo sempre viva a essência que nos define: cuidar de cada pessoa com dedicação, proximidade e excelência. Continuaremos a cuidar de si com o mesmo coração, para que o nosso lema, oferecer um serviço de cinco estrelas num universo de três estrelas, continue a ser, todos os dias, a verdadeira expressão do que somos. Equipa Mánela Cinco das Três®
- Quando o mau tempo tem nome
Durante muitos anos, os dias de chuva eram apenas isso. Chovia, ventava, as pessoas queixavam-se um pouco e a vida seguia o seu curso. Hoje em dia, as tempestades têm nome próprio, aparecem nos avisos oficiais, nas notícias e nas conversas do dia a dia. E quando o tempo ganha um nome, há uma coisa que convém lembrar desde logo: não se trata apenas de chuva. Quando o tempo começou a ter nome Durante décadas, sobretudo no oceano Atlântico, as tempestades e furacões receberam exclusivamente nomes femininos. Esta decisão não tinha qualquer base científica. Tratava-se de uma prática herdada dos contextos militares e meteorológicos do século XX, em que se acreditava que os nomes femininos eram mais fáceis de memorizar e distinguir em comunicações rápidas. Havia também um peso cultural evidente: o mar era frequentemente tratado no feminino — imprevisível, intenso e capaz de mudar de humor sem aviso prévio. Uma leitura simbólica, não científica. Com a evolução do pensamento social e científico, percebeu-se que esta prática não fazia sentido. A partir do final do século XX, os sistemas meteorológicos internacionais começaram a usar listas pré-definidas de nomes femininos e masculinos, organizados e utilizados de forma rotativa. Atualmente, os nomes são escolhidos antes da época das tempestades, de forma coordenada entre vários países. Um fenómeno só recebe um nome quando existe um potencial real para causar um impacto significativo. Não há improvisos nem dramatização. O mito: "As tempestades com nomes femininos são as piores". Esta ideia ganhou visibilidade após a publicação, em 2014, de um estudo académico realizado por investigadores universitários norte-americanos. O estudo em questão analisou dados históricos de furacões nos Estados Unidos da América e sugeriu uma possível associação entre tempestades com nomes femininos e um número mais elevado de vítimas. No entanto, é importante esclarecer um ponto essencial: o estudo não foi conduzido por meteorologistas, mas sim por investigadores das áreas da psicologia e do comportamento do consumidor. O seu objetivo não era avaliar a força física das tempestades, mas sim compreender como a perceção humana pode influenciar as reações ao risco. A investigação não demonstrou que o nome de uma tempestade altere a sua intensidade, perigosidade ou características meteorológicas. Pelo contrário, esta interpretação foi amplamente contestada pela comunidade científica, que salientou limitações metodológicas e a ausência de prova de causalidade. Atualmente, há um consenso claro: o nome atribuído a uma tempestade não tem qualquer impacto na sua força ou nos seus efeitos reais. O risco reside na forma como as pessoas interpretam os avisos e reagem à informação disponível. Em suma, as tempestades não são mais perigosas por terem nomes femininos ou masculinos. São perigosas quando são subestimadas. Porque é que isto importa, hoje, em Portugal? Os fenómenos meteorológicos extremos têm-se tornado mais frequentes e intensos. Em Portugal, têm-se registado: Chuvas intensas concentradas em curtos períodos; Ventos fortes e irregulares; Cheias rápidas em zonas urbanas. Impactos diretos na mobilidade, na rotina e no bem-estar. Neste contexto, uma tempestade com nome não é uma curiosidade nem um detalhe mediático. Trata-se de um instrumento de comunicação pública, criado para facilitar a compreensão do risco e promover comportamentos mais seguros. O que fazer quando uma tempestade tem nome? Sem alarmismos, mas com bom senso: Acompanhar apenas fontes oficiais de informação. Evitar deslocações desnecessárias; Proteger janelas, varandas e objetos soltos; Redobrar os cuidados com crianças, idosos e animais. E, se possível, aceitar o convite implícito do dia: abrandar. Fique em casa. Não desafie o tempo só para provar um ponto. O autocuidado também passa por saber quando não é dia para sair. Em poucas palavras As tempestades não são mais perigosas por terem nomes femininos. São perigosas quando são subestimadas. Dar-lhes um nome não serve para dramatizar, mas sim para alertar. Num mundo cada vez mais imprevisível, estar informado continua a ser uma das formas mais simples e eficazes de prevenção. Porque, afinal de contas, Não se trata apenas de chuva. Uma nota final da equipa Mánela Cinco das Três® Nos dias em que o tempo é escasso, lembre-se de algo simples: proteger-se também é uma forma de cuidar de si. Informe-se, respeite os avisos, abrande quando necessário e cuide de si e dos seus. O mundo pode esperar. A sua segurança não pode esperar. Equipa Mánela Cinco das Três®
- Mau tempo em Portugal: chuva intensa e vento forte causam danos e reforçam alertas de segurança
Portugal foi recentemente afetado por um período de instabilidade meteorológica severa, com chuva intensa, vento forte e condições marítimas adversas, que causaram danos significativos em várias regiões do país. Este fenómeno integrou um período de sucessivas depressões atlânticas que, durante o inverno, têm atingido a Europa, trazendo precipitação persistente, rajadas de vento muito fortes e um risco acrescido de inundações. A depressão Kristin destacou-se pela sua intensidade, com rajadas de vento que ultrapassaram os 180 km/h em algumas zonas, causando quedas de árvores, danos em infraestruturas, interrupções no fornecimento de eletricidade e perturbações nos transportes. Em vários distritos, sobretudo no litoral e no centro do país, verificaram-se inundações, estradas cortadas e danos em habitações e infraestruturas públicas. As autoridades de proteção civil emitiram alertas à população, reforçando a necessidade de comportamentos preventivos e de acompanhamento permanente da evolução das condições meteorológicas. Este tipo de episódios extremos tem-se tornado mais frequente, refletindo padrões climáticos cada vez mais instáveis e exigindo uma resposta mais estruturada em termos de prevenção, planeamento urbano e gestão de risco. Guia prático: o que fazer em caso de chuva intensa e vento forte Evite deslocações desnecessárias. Sempre que possível, fique em casa. Se tiver de circular, evite zonas inundadas, estradas com árvores ou estruturas instáveis e locais com risco de deslizamentos de terras. Proteja a sua habitação e os seus bens. Feche portas, janelas e estores. Retire ou fixe objetos soltos nas varandas, telhados e jardins, como vasos, mobiliário de exterior ou equipamentos. Prepare um kit de emergência. Inclua lanternas, pilhas, água, alimentos não perecíveis, um rádio portátil e um carregador portátil para o telemóvel, garantindo assim autonomia em caso de falha de energia. Acompanhe os avisos oficiais. Consulte regularmente os alertas do IPMA e da Proteção Civil. Em caso de aviso laranja ou vermelho, siga rigorosamente as recomendações das autoridades. Tenha cuidados redobrados em zonas costeiras e fluviais. Evite passeios marítimos, margens de rios e zonas com risco de cheia. A agitação marítima e o aumento do caudal dos rios podem representar um perigo imediato. Em caso de emergência. Contacte o 112 ou os serviços municipais de proteção civil. Nunca tente resolver situações de elevado risco sem apoio especializado. A mensagem de solidariedade estende-se às populações afetadas Neste momento difícil, expressamos a nossa profunda solidariedade para com todas as pessoas, famílias e comunidades que sofreram perdas materiais, danos nas suas habitações ou impactos diretos na sua vida quotidiana, em resultado da chuva intensa e do vento forte que atingiram Portugal. A natureza lembra-nos, por vezes de forma abrupta, da nossa vulnerabilidade coletiva. É essencial que, enquanto sociedade, reforcemos o espírito de entreajuda, responsabilidade e cooperação, apoiando aqueles que foram mais afetados e reconhecendo o trabalho incansável dos bombeiros, das forças de segurança, das equipas municipais e dos profissionais da proteção civil. Que este episódio sirva também de alerta para a importância da prevenção, da preparação e da resiliência das nossas infraestruturas e comunidades, de modo a garantir que o país está cada vez melhor preparado para enfrentar fenómenos meteorológicos extremos no futuro.










