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  • Cachorros Coreanos Crocantes

    Uma explosão de textura e sabor que transforma um clássico num petisco irresistível. Há receitas que conquistam logo à primeira dentada e estes cachorros coreanos são um exemplo perfeito. Com um interior macio, um exterior incrivelmente crocante e um toque levemente adocicado, típico da comida de rua asiática, são ideais para um momento descontraído, para surpreender os convidados ou, simplesmente, para experimentar algo diferente e divertido na cozinha. O segredo está no contraste de texturas: a massa suave, os cornflakes crocantes e a fritura no ponto certo. Preparação: 35 min Rendimento: 8 porções Ingredientes: 15 g de açúcar 1 ovo 50 g de leite 3 g de sal 100 g de farinha 10 g de fermento 100 g de cornflakes 1 lata de 8 salsichas Óleo para fritar Paus de espetada Preparação: Comece por retirar as salsichas da lata e por as secar cuidadosamente com papel de cozinha. Espete cada uma num pau de espetada e reserve. Numa tigela, misture bem o ovo, o leite, o açúcar e o sal até obter um preparado homogéneo. Adicione a farinha gradualmente, mexendo sempre, para evitar a formação de grumos. Por fim, junte o fermento. Numa outra taça, coloque os cornflakes e esmigalhe-os ligeiramente com as mãos, de modo a obter pedaços crocantes. Aqueça o óleo em lume brando. Passe cada salsicha pela massa, rodando o palito para garantir uma cobertura uniforme. De seguida, envolva-as nos cornflakes, pressionando ligeiramente para estes aderirem bem. Coloque imediatamente a fritar, rodando ocasionalmente para dourar de forma uniforme. Quando estiverem bem dourados e crocantes, retire-os e deixe-os escorrer sobre papel absorvente ou numa grelha. Sirva-os ainda quentes, acompanhados dos seus molhos preferidos.

  • Um Sonho que Ganhou Vida: Três Anos da Mánela Cinco das Três®

    Há três anos nasceu um sonho. No entanto, a sua concretização começou muito antes. Após mais de duas décadas dedicadas aos cuidados de saúde e ao trabalho para outras marcas, surgiu o desejo de criar algo verdadeiramente nosso: um projeto com identidade, alma e um propósito muito claro, colocar as pessoas no centro de tudo. Assim nasceu a Mánela Cinco das Três®. Nunca apenas como um espaço ou um mero centro de estética, mas um verdadeiro refúgio, pensado ao pormenor, onde cada detalhe foi cuidadosamente concebido para proporcionar conforto, serenidade e bem-estar. As cores que acalmam, a luz envolvente, a música tranquila e o ambiente acolhedor refletem uma filosofia simples, porém profunda: fazer com que cada pessoa se sinta genuinamente em casa. Desde o primeiro dia que assumimos um compromisso inequívoco: prestar um serviço de qualidade superior num espaço verdadeiramente diferenciador, onde cada pessoa é recebida com proximidade, respeito e dedicação. Ao longo destes três anos, crescemos de forma sólida e consistente. Evoluímos, inovámos e criámos novas formas de estar mais próximos da nossa comunidade. Desenvolvemos novas secções no nosso site manela5das3.pt , reforçando a partilha de conhecimentos e acompanhando as pessoas também fora do spa. Foi neste contexto que nasceu o " Diário da Mánela ", que se tornou uma das nossas iniciativas com maior impacto e reconhecimento online. Mais do que um espaço de conteúdos, tornou-se um verdadeiro ponto de encontro com a nossa filosofia, onde partilhamos informação, inspiração e cuidados, prolongando a experiência Mánela para além do espaço físico. A nossa vontade de inovar levou-nos também à criação de projetos temáticos, como " O Sabor da Harmonia ", desenvolvido em parceria com a chef Marian Freire . Esta rubrica reúne receitas cuidadosamente concebidas para promover o equilíbrio e o bem-estar, demonstrando que cuidar de si passa também por nutrir o corpo com qualidade, consciência e harmonia. Ao longo deste percurso, estabelecemos parcerias sólidas e significativas com entidades que partilham os nossos valores de rigor, qualidade e autenticidade. Cada colaboração representa mais um passo na consolidação de uma marca que se constrói diariamente com base na confiança. Crescemos, mas mantivemos intacta a nossa essência. Sabemos que nada disto teria sido possível sem aqueles que caminham connosco. A confiança dos nossos clientes, o profissionalismo dos nossos fornecedores, o apoio dos nossos parceiros, a amizade de quem sempre acreditou neste projeto e o empenho das pessoas que hoje constituem a marca Mánela Cinco das Três® foram fundamentais para transformar um sonho numa realidade sólida. No próximo dia 20 de fevereiro, celebramos o 3.º aniversário da Mánela Cinco das Três®. Mais do que assinalar uma data, queremos celebrar as pessoas que fazem parte desta história. Olhamos para o futuro com ambição, mas também com humildade e responsabilidade. Pretendemos continuar a crescer, a inovar e a elevar continuamente os nossos padrões, mantendo sempre viva a essência que nos define: cuidar de cada pessoa com dedicação, proximidade e excelência. Continuaremos a cuidar de si com o mesmo coração, para que o nosso lema, oferecer um serviço de cinco estrelas num universo de três estrelas, continue a ser, todos os dias, a verdadeira expressão do que somos. Equipa Mánela Cinco das Três®

  • Quando o mau tempo tem nome

    Durante muitos anos, os dias de chuva eram apenas isso. Chovia, ventava, as pessoas queixavam-se um pouco e a vida seguia o seu curso. Hoje em dia, as tempestades têm nome próprio, aparecem nos avisos oficiais, nas notícias e nas conversas do dia a dia. E quando o tempo ganha um nome, há uma coisa que convém lembrar desde logo: não se trata apenas de chuva. Quando o tempo começou a ter nome Durante décadas, sobretudo no oceano Atlântico, as tempestades e furacões receberam exclusivamente nomes femininos. Esta decisão não tinha qualquer base científica. Tratava-se de uma prática herdada dos contextos militares e meteorológicos do século XX, em que se acreditava que os nomes femininos eram mais fáceis de memorizar e distinguir em comunicações rápidas. Havia também um peso cultural evidente: o mar era frequentemente tratado no feminino — imprevisível, intenso e capaz de mudar de humor sem aviso prévio. Uma leitura simbólica, não científica. Com a evolução do pensamento social e científico, percebeu-se que esta prática não fazia sentido. A partir do final do século XX, os sistemas meteorológicos internacionais começaram a usar listas pré-definidas de nomes femininos e masculinos, organizados e utilizados de forma rotativa. Atualmente, os nomes são escolhidos antes da época das tempestades, de forma coordenada entre vários países. Um fenómeno só recebe um nome quando existe um potencial real para causar um impacto significativo. Não há improvisos nem dramatização. O mito: "As tempestades com nomes femininos são as piores". Esta ideia ganhou visibilidade após a publicação, em 2014, de um estudo académico realizado por investigadores universitários norte-americanos. O estudo em questão analisou dados históricos de furacões nos Estados Unidos da América e sugeriu uma possível associação entre tempestades com nomes femininos e um número mais elevado de vítimas. No entanto, é importante esclarecer um ponto essencial: o estudo não foi conduzido por meteorologistas, mas sim por investigadores das áreas da psicologia e do comportamento do consumidor. O seu objetivo não era avaliar a força física das tempestades, mas sim compreender como a perceção humana pode influenciar as reações ao risco. A investigação não demonstrou que o nome de uma tempestade altere a sua intensidade, perigosidade ou características meteorológicas. Pelo contrário, esta interpretação foi amplamente contestada pela comunidade científica, que salientou limitações metodológicas e a ausência de prova de causalidade. Atualmente, há um consenso claro: o nome atribuído a uma tempestade não tem qualquer impacto na sua força ou nos seus efeitos reais. O risco reside na forma como as pessoas interpretam os avisos e reagem à informação disponível. Em suma, as tempestades não são mais perigosas por terem nomes femininos ou masculinos. São perigosas quando são subestimadas. Porque é que isto importa, hoje, em Portugal? Os fenómenos meteorológicos extremos têm-se tornado mais frequentes e intensos. Em Portugal, têm-se registado: Chuvas intensas concentradas em curtos períodos; Ventos fortes e irregulares; Cheias rápidas em zonas urbanas. Impactos diretos na mobilidade, na rotina e no bem-estar. Neste contexto, uma tempestade com nome não é uma curiosidade nem um detalhe mediático. Trata-se de um instrumento de comunicação pública, criado para facilitar a compreensão do risco e promover comportamentos mais seguros. O que fazer quando uma tempestade tem nome? Sem alarmismos, mas com bom senso: Acompanhar apenas fontes oficiais de informação. Evitar deslocações desnecessárias; Proteger janelas, varandas e objetos soltos; Redobrar os cuidados com crianças, idosos e animais. E, se possível, aceitar o convite implícito do dia: abrandar. Fique em casa. Não desafie o tempo só para provar um ponto. O autocuidado também passa por saber quando não é dia para sair. Em poucas palavras As tempestades não são mais perigosas por terem nomes femininos. São perigosas quando são subestimadas. Dar-lhes um nome não serve para dramatizar, mas sim para alertar. Num mundo cada vez mais imprevisível, estar informado continua a ser uma das formas mais simples e eficazes de prevenção. Porque, afinal de contas, Não se trata apenas de chuva. Uma nota final da equipa Mánela Cinco das Três® Nos dias em que o tempo é escasso, lembre-se de algo simples: proteger-se também é uma forma de cuidar de si. Informe-se, respeite os avisos, abrande quando necessário e cuide de si e dos seus. O mundo pode esperar. A sua segurança não pode esperar. Equipa Mánela Cinco das Três®

  • Mau tempo em Portugal: chuva intensa e vento forte causam danos e reforçam alertas de segurança

    Portugal foi recentemente afetado por um período de instabilidade meteorológica severa, com chuva intensa, vento forte e condições marítimas adversas, que causaram danos significativos em várias regiões do país. Este fenómeno integrou um período de sucessivas depressões atlânticas que, durante o inverno, têm atingido a Europa, trazendo precipitação persistente, rajadas de vento muito fortes e um risco acrescido de inundações. A depressão Kristin destacou-se pela sua intensidade, com rajadas de vento que ultrapassaram os 180 km/h em algumas zonas, causando quedas de árvores, danos em infraestruturas, interrupções no fornecimento de eletricidade e perturbações nos transportes. Em vários distritos, sobretudo no litoral e no centro do país, verificaram-se inundações, estradas cortadas e danos em habitações e infraestruturas públicas. As autoridades de proteção civil emitiram alertas à população, reforçando a necessidade de comportamentos preventivos e de acompanhamento permanente da evolução das condições meteorológicas. Este tipo de episódios extremos tem-se tornado mais frequente, refletindo padrões climáticos cada vez mais instáveis e exigindo uma resposta mais estruturada em termos de prevenção, planeamento urbano e gestão de risco. Guia prático: o que fazer em caso de chuva intensa e vento forte Evite deslocações desnecessárias. Sempre que possível, fique em casa. Se tiver de circular, evite zonas inundadas, estradas com árvores ou estruturas instáveis e locais com risco de deslizamentos de terras. Proteja a sua habitação e os seus bens. Feche portas, janelas e estores. Retire ou fixe objetos soltos nas varandas, telhados e jardins, como vasos, mobiliário de exterior ou equipamentos. Prepare um kit de emergência. Inclua lanternas, pilhas, água, alimentos não perecíveis, um rádio portátil e um carregador portátil para o telemóvel, garantindo assim autonomia em caso de falha de energia. Acompanhe os avisos oficiais. Consulte regularmente os alertas do IPMA e da Proteção Civil. Em caso de aviso laranja ou vermelho, siga rigorosamente as recomendações das autoridades. Tenha cuidados redobrados em zonas costeiras e fluviais. Evite passeios marítimos, margens de rios e zonas com risco de cheia. A agitação marítima e o aumento do caudal dos rios podem representar um perigo imediato. Em caso de emergência. Contacte o 112 ou os serviços municipais de proteção civil. Nunca tente resolver situações de elevado risco sem apoio especializado. A mensagem de solidariedade estende-se às populações afetadas Neste momento difícil, expressamos a nossa profunda solidariedade para com todas as pessoas, famílias e comunidades que sofreram perdas materiais, danos nas suas habitações ou impactos diretos na sua vida quotidiana, em resultado da chuva intensa e do vento forte que atingiram Portugal. A natureza lembra-nos, por vezes de forma abrupta, da nossa vulnerabilidade coletiva. É essencial que, enquanto sociedade, reforcemos o espírito de entreajuda, responsabilidade e cooperação, apoiando aqueles que foram mais afetados e reconhecendo o trabalho incansável dos bombeiros, das forças de segurança, das equipas municipais e dos profissionais da proteção civil. Que este episódio sirva também de alerta para a importância da prevenção, da preparação e da resiliência das nossas infraestruturas e comunidades, de modo a garantir que o país está cada vez melhor preparado para enfrentar fenómenos meteorológicos extremos no futuro.

  • São Valentim: a origem de uma tradição que celebra o amor

    O Dia de São Valentim, celebrado a 14 de fevereiro, é atualmente sinónimo de amor, romance e gestos simbólicos. No entanto, a sua origem remonta a uma história muito mais antiga, envolta em tradição, religião e simbolismo, que atravessou séculos até se transformar na celebração contemporânea que conhecemos hoje. A origem histórica do Dia de São Valentim A origem do Dia de São Valentim remonta ao século III, durante o Império Romano. São Valentim foi um sacerdote cristão que, segundo a tradição, celebrava casamentos em segredo para jovens casais, desobedecendo à ordem do imperador Cláudio II, que tinha proibido os matrimónios, acreditando que os homens solteiros eram melhores soldados. Valentim foi preso e executado a 14 de fevereiro, tendo-se tornado um mártir da Igreja Católica. Com o passar dos séculos, a data passou a estar associada ao amor romântico, sobretudo a partir da Idade Média, altura em que poetas e escritores começaram a associar o dia à celebração do amor cortês e das uniões afetivas. No século XIX, com o desenvolvimento da indústria gráfica e comercial, surgiram os primeiros cartões de São Valentim, consolidando a data como uma celebração social e cultural do amor. A evolução do Dia de São Valentim na sociedade moderna Atualmente, o Dia de São Valentim ultrapassa a sua dimensão religiosa e histórica, afirmando-se como uma data simbólica dedicada ao amor em todas as suas formas. É uma oportunidade para expressar sentimentos, fortalecer laços e oferecer gestos que simbolizam atenção, cuidado e apreço. Num contexto contemporâneo, os presentes deixaram de ser apenas objetos. A tendência atual privilegia as experiências, o bem-estar e as memórias duradouras, refletindo uma visão sofisticada e alinhada com o estilo de vida moderno. Dicas de presentes para o seu Valentim Escolher o presente ideal para o Dia dos Namorados deve refletir cuidado, bom gosto e intenção. As experiências de bem-estar são atualmente uma das formas mais elegantes de demonstrar afeto, pois combinam prazer, saúde e autoestima. Uma massagem relaxante é uma excelente escolha. Uma massagem relaxante é um presente intemporal e muito apreciado. Ajuda a aliviar o stress, promove o equilíbrio físico e mental e proporciona um momento de relaxamento absoluto. É uma escolha clássica, sofisticada e universalmente apreciada. Tratamento de rosto personalizado: um presente que proporciona um momento de puro bem-estar e cuidado personalizado. Um tratamento de rosto profissional é um presente de elevado valor percebido. Além de promover a saúde e a luminosidade da pele, transmite uma clara mensagem de cuidado e atenção ao bem-estar da outra pessoa. É uma opção particularmente indicada para quem valoriza a estética, o autocuidado e a imagem pessoal. Sessão de chocoterapia A chocoterapia combina os benefícios sensoriais do cacau com as propriedades antioxidantes e nutritivas para a pele. Trata-se de uma experiência sensorial única, associada ao prazer e ao luxo, ideal para surpreender de forma original e memorável. Tratamentos corporais de remodelação Tratamentos como a drenagem linfática, a esfoliação corporal profunda ou os programas de remodelação são prendas estratégicas para quem aprecia bem-estar, estética e resultados visíveis. São experiências que combinam ciência, técnica e conforto. Vale oferta Um vale oferta personalizado para serviços de spa proporciona flexibilidade e sofisticação. Oferece liberdade de escolha e reforça a perceção de exclusividade, constituindo uma opção premium e empresarialmente inteligente. O Significado do Presente na Cultura do Amor Oferecer uma experiência de bem-estar no Dia dos Namorados é mais do que um gesto simbólico. Significa um investimento na qualidade de vida, na autoestima e na saúde emocional. Trata-se de uma forma moderna de celebrar o amor com substância, relevância e um valor duradouro. Ao contrário dos presentes efémeros, as experiências sensoriais criam memórias, emoções e associações positivas que perduram no tempo. O Dia de São Valentim O Dia de São Valentim nasceu de uma história de coragem e dedicação ao amor, tendo-se transformado, ao longo dos séculos, numa celebração global. Atualmente, continua a ser uma ocasião importante para expressar sentimentos, fortalecer laços e oferecer gestos significativos. Oferecer um presente que promova o bem-estar, a beleza e o equilíbrio é uma das formas mais elegantes e contemporâneas de celebrar o amor. Porque amar é também cuidar.

  • Queques de banana, aveia e chocolate: um lanche saboroso, nutritivo e energético

    Há receitas que conquistam logo à primeira vista e outras que surpreendem ao primeiro sabor. Estes queques de banana, aveia e chocolate conseguem ambas as coisas: são bonitos, práticos, nutritivos e repletos de benefícios para a saúde. A banana madura é a base perfeita: é naturalmente doce, rica em potássio, fibras e vitaminas essenciais que ajudam a regular a energia e a promover a sensação de saciedade. A aveia é um dos cereais mais completos, conhecida pela sua riqueza em fibras e pela capacidade de manter os níveis de energia estáveis por mais tempo, o que a torna ideal para quem precisa de um lanche consistente ao longo do dia. Os ovos acrescentam proteína de qualidade e contribuem para a textura fofa dos queques, ao passo que o chocolate negro com 70% de cacau oferece um toque de intensidade, graças aos seus antioxidantes poderosos, que fazem bem ao coração e ao humor. O resultado é um lanche perfeito para crianças e adultos, que equilibra o saudável e o indulgente. Além disso, são muito práticos: podem ser congelados e, em segundos no micro-ondas, transformam-se num lanche pronto a consumir, seja para acompanhar um café, para levar na lancheira ou simplesmente para satisfazer um desejo de comer algo doce sem culpa. Estes queques são a escolha ideal para quem procura uma alternativa rápida, deliciosa e nutritiva às opções industrializadas. Porque cuidar da saúde não tem de ser aborrecido: pode ser saboroso, reconfortante e repleto de prazer. Preparação: 30 min Rendimento: cerca de 24 mini queques - uma porção 2 mini queques Ingredientes: 160g banana madura 100g aveia 2 ovos tamanho L 50g açúcar cana integral 40g manteiga derretida 5g fermento 40g chocolate negro 70% Preparação: Pré-aqueça o forno a 180 °C. Prepare a forma dos mini queques: se tiver, coloque forminhas de papel; se não tiver, unte a forma com desmoldante ou com manteiga derretida e farinha. Numa liquidificadora ou num processador de alimentos, coloque a banana, a aveia e os ovos e triture muito bem. Adicione esta mistura à manteiga derretida e misture. Adicione o açúcar e o fermento e misture novamente. Finalize a massa envolvendo o chocolate picado. Coloque a massa em formas de queques pequenas e asse no forno durante 12 a 15 minutos ou até um palito sair limpo quando espetado na massa. Nota: Pode congelar os queques num saco hermético e descongelá-los diretamente no microondas durante 10 a 30 segundos (dependendo da potência), para ter um lanche pronto sempre à mão. Informações nutricionais: 1 porção Energia (Kcal) Lípidos (g) Fibra (g) Hidratos Carbono (g) Acúcar (g) Proteína (g) Total 1400,2 65,7 15,7 161,4 95 32,9 Porção 116,7 5,4 1,3 13,4 7,9 2,7 Video

  • Cuidar ou adiar? As decisões silenciosas que definirão a sua saúde em 2026

    Começar um novo ano é, desde sempre, um exercício de balanço e de definição de intenções. Olhamos para trás, avaliamos o que correu bem e o que podia ter sido melhor, e quase de forma automática fazemos listas de objetivos, desejos e metas profissionais, financeiras e pessoais. Listas de objetivos, de desejos, de metas profissionais, financeiras e pessoais. No entanto, há uma pergunta simples que raras vezes surge de forma consciente, mas que deveria estar no topo de qualquer reflexão séria: o que colocou, de facto, na sua lista de objetivos para 2026? A saúde ou a doença? Uma escolha diária, não um acaso À primeira vista, esta pergunta pode parecer provocadora, quase exagerada. Ninguém coloca a "doença" como objetivo, dirá. E é verdade. No entanto, a realidade é mais subtil e, por isso mesmo, mais exigente. Todos os dias, através das nossas escolhas, acabamos por trabalhar ativamente para um dos dois lados. Não existe um caminho neutro. A saúde constrói-se A saúde constrói-se. Não aparece por acaso nem se mantém sem esforço. Exige consistência, disciplina e, sobretudo, prioridade. Exige tempo, atenção e uma mudança clara de mentalidade: em vez de reagir apenas quando o corpo falha, é necessário começar a cuidar dele antes que falhe. A doença, pelo contrário, instala-se muitas vezes em silêncio, alimentada por sucessivos adiamentos, excessos normalizados e uma relação utilitária com o corpo, como se este fosse um recurso inesgotável. Beleza como reflexo de equilíbrio É precisamente aqui que entram duas dimensões muitas vezes desvalorizadas, mas absolutamente centrais: a beleza e a alimentação. Não como modas, tendências ou imposições externas, mas como expressões práticas de cuidado e prevenção. A beleza, quando encarada de forma séria e responsável, não é vaidade. É um reflexo direto do equilíbrio interno. Uma pele cuidada, um corpo ativo e uma rotina de manutenção regular revelam a forma como se respeita o próprio corpo. Ignorar estes sinais não é simplicidade nem desapego, mas sim negligência disfarçada de normalidade. Comer bem é uma decisão estrutural Da mesma forma, a alimentação não pode continuar a ser tratada como um pormenor secundário do dia a dia. Comer bem não é uma tendência nem um sacrifício temporário. Trata-se de uma decisão estrutural, com impacto direto na energia, na qualidade do sono, na saúde da pele, no sistema imunitário e na clareza mental. O que colocamos no prato todos os dias constrói o corpo que teremos daqui a alguns anos. O custo de adiar Vivemos numa cultura que valoriza a produtividade acima de tudo. Trabalha-se mais, dorme-se menos, come-se apressadamente e vive-se constantemente em "modo urgência". A saúde é adiada para "quando houver tempo". O problema é que esse tempo raramente chega. Só quando o corpo começa a dar sinais é que a perceção muda, mas o custo é maior. Um compromisso possível e realista Escolher a saúde como objetivo para 2026 não significa prometer uma vida perfeita ou isenta de dificuldades. Significa assumir um compromisso realista e responsável consigo mesmo. Significa dormir melhor, alimentar-se de forma mais consciente, cuidar do corpo e da pele regularmente, reduzir o stress desnecessário e procurar apoio profissional quando necessário. Uma decisão estratégica Há uma verdade simples que o tempo confirma: quem investe na saúde ganha tempo, clareza e capacidade de decisão. Um corpo cuidado responde melhor aos desafios do dia a dia. Uma mente equilibrada toma melhores decisões. No fundo, cuidar da saúde é uma decisão estratégica. Uma pergunta que importa Ao iniciar 2026, antes de elaborar a sua próxima lista de objetivos, é útil parar e refletir com honestidade. As escolhas que está a fazer atualmente aproximam-no de um estado de saúde ou de doença? Mais do que um objetivo A resposta não precisa de ser perfeita. Tem apenas de ser sincera. Porque, afinal de contas, a saúde não se resume a um objetivo de ano novo. É a condição essencial para viver tudo o resto com qualidade, presença e significado.

  • Lasanha de Ragú com Bechamel e Massa de Cenoura Caseira

    Imagem criada com recurso a Inteligência Artificial. Perfeita para celebrar ocasiões especiais, esta lasanha de ragú seria uma excelente escolha para o prato principal de um jantar de Ano Novo. É reconfortante, elegante e tem aquele sabor festivo que reúne todos à mesa. Com camadas de massa delicada, molho cremoso e carne cozinhada lentamente, este prato está repleto de tradição e carinho, sendo ideal para começar o novo ano com o coração quente e o paladar satisfeito. A lasanha é um dos pratos mais emblemáticos da cozinha italiana, símbolo de conforto, tradição e partilha. A sua origem remonta à região da Emília-Romanha, no norte de Itália, onde nasceu a lasanha à bolonhesa clássica, feita com camadas de massa fresca, molho de carne (ragú), molho bechamel e queijo. Ao longo dos séculos, a receita viajou pelo mundo, tendo sido reinterpretada inúmeras vezes, mas mantendo sempre o mesmo espírito: um prato generoso, de sabor profundo e textura cremosa, pensado para reunir as famílias à mesa. Esta versão, confecionada com ragú de porco e massa de cenoura, presta homenagem àquela herança italiana, combinando tradição e criatividade numa lasanha que aquece o corpo e a alma. Preparação: cerca de 1 horas e 30 min como o ragú feito antencipadamente Rendimento: cerca de 6 porções Ingredientes: 1/2 receita de ragú 1 receita de massa de cenoura 500 g de leite meio gordo 40 g de manteiga sem sal 40 g de farinha de trigo T55 3 g de sal 2 g de pimenta preta 3 g de noz-moscada 400 g de queijo magro fatiado 200 g de queijo magro ralado Preparação: Prepare a massa de cenoura, mas, em vez de a cortar, deixe as placas de massa inteiras, de modo a que estas se ajustem ao seu tabuleiro. Coza a massa durante cerca de um minuto e coloque-a em água com gelo para parar a cozedura. Monte a lasanha: comece por colocar um pouco de carne ou de molho no tabuleiro, de modo a evitar que a massa cole ao fundo. Coloque uma camada de massa, uma camada de ragu e uma camada de queijo fatiado. Repita o processo quatro vezes. Finalize com uma camada de massa e reserve. Prepare o roux: num tacho, coloque a manteiga em lume médio e deixe cozinhar até começar a borbulhar ligeiramente. Adicione a farinha e mexa em lume médio durante 2 a 3 minutos. Aqueça o leite, mas sem deixar ferver. Quando estiver quente, vá adicionando-o aos poucos ao roux, mexendo sempre com varas de arames entre cada adição. Cozinhe por cerca de 3 a 5 minutos ou até engrossar. Adicione o sal, a pimenta e a noz-moscada e mexa até dissolver. Derrame o molho bechamel sobre a lasanha e adicione o queijo ralado por cima. Leve a lasanha ao forno pré-aquecido a 180 °C durante 15 minutos ou até ficar dourada. Nota: Pode usar qualquer uma das massas que já ensinámos a fazer anteriormente, mas os cálculos nutricionais podem variar. Pode também usar massa para lasanha comprada, mas nesse caso, coza-a durante 30 minutos com papel de alumínio a cobrir e, depois, durante mais 15 minutos sem o papel para dourar. Para esta receita, usei um tabuleiro de louça com 20 cm por 30 cm. Informações nutricionais: 1 porção Energia (Kcal) Lípidos (g) Fibra (g) Hidratos Carbono (g) Acúcar (g) Proteína (g) Total 3726,7 154,2 33,3 249,1 437,3 238,5 Porção 621,1 25,7 5,6 41,5 72,88 19,9

  • Inverno, neve e sol: por que razão continua o protetor solar a ser essencial?

    Com a chegada do inverno, as temperaturas descem e o ritmo abranda. Com a aproximação do Natal, multiplicam-se os convívios, os dias tornam-se mais curtos e, para muitos, surge também o desejo de fazer uma pausa. Para alguns, essa pausa tem um cenário bem definido: férias na neve, paisagens brancas, ar puro, montanha, esqui e momentos de descanso longe da rotina. À primeira vista, parece o ambiente perfeito para tudo... menos para pensar em protetor solar. E é precisamente aqui que começa um dos maiores equívocos no cuidado da pele durante o inverno. Neve e sol: uma combinação mais agressiva do que parece Apesar do frio, a radiação solar continua presente. De facto, a neve reflete grande parte da radiação ultravioleta, fazendo com que a pele não só esteja exposta diretamente ao sol, como também à radiação refletida a partir do solo. Este fenómeno faz com que o rosto fique sujeito a uma intensidade solar surpreendentemente elevada, mesmo em dias frios, nublados ou com temperaturas negativas. É por isso que as queimaduras solares são comuns em ambientes de neve, sobretudo em zonas como o nariz, as maçãs do rosto, os lábios e o queixo. O frio enfraquece a barreira cutânea Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o frio não protege a pele, antes a fragiliza. O vento, o ar seco e as baixas temperaturas reduzem a hidratação natural da pele e afetam a sua função de barreira protetora. Quando esta proteção natural está enfraquecida, a pele torna-se mais vulnerável à radiação UV, o que aumenta o risco de: Vermelhidão persistente Sensibilidade e descamação Manchas Envelhecimento precoce Altitude: um fator decisivo nas férias de inverno Os destinos de neve estão, regra geral, associados a grandes altitudes. Quanto maior a altitude, maior a intensidade da radiação ultravioleta. Em termos práticos, a cada 1000 metros de altitude, a exposição aos raios UV aumenta significativamente. Isto significa que as atividades típicas de inverno, como o esqui ou as caminhadas na montanha, submetem a pele a um esforço adicional, muitas vezes subestimado. Protetor solar no inverno não é um excesso, é uma necessidade Usar protetor solar durante as férias na neve não é um cuidado opcional nem um exagero. É uma medida essencial de proteção da pele, tal como no verão. Deve aplicar-se o protetor solar no rosto, pescoço, orelhas e lábios, e reforçar a aplicação ao longo do dia, especialmente após transpiração ou contacto com a neve. Cuidar da pele no inverno é investir no futuro A exposição solar acumulada é uma das principais causas do envelhecimento da pele. Muitas das alterações visíveis ao longo dos anos têm origem em exposições repetidas e aparentemente inofensivas, como passar dias de inverno na neve sem proteção adequada. Cuidar da pele no inverno, sobretudo em ambientes exigentes, é uma escolha informada e alinhada com uma visão de bem-estar a longo prazo. Porque a pele não distingue estações. A proteção deve ser constante, faça frio ou calor.

  • Luzes, Mercados e Sabores: O Roteiro do Natal (2025)

    Há tradições que, por mais anos que passem, nunca perdem o brilho. O passeio anual para ver as luzes de Natal é uma delas. É um ritual que atravessa gerações e que nos convida a abrandar o passo, a respirar o ar fresco de dezembro e a reencontrar o espírito da quadra. Em 2025, de norte a sul, Portugal transformou-se novamente num cenário de encanto. As cidades vestiram-se a rigor, provando que a iluminação festiva não é mera decoração — é memória, é cultura e é um convite à vida em comunidade. Mas um verdadeiro roteiro de Natal não se faz apenas com os olhos; faz-se também com o que se sente e com o que se prova. Reunimos aqui os locais onde a magia acontece, os mercados onde a tradição resiste e os sabores que nos aquecem a alma. As Cidades que Brilham Mais Alto Lisboa A Tradição Abraça a Modernidade A capital assume-se como uma galeria de arte a céu aberto. O coração da cidade — Baixa, Chiado, Rossio e Avenida da Liberdade — oferece uma iluminação sofisticada e cosmopolita. O Terreiro do Paço mantém o seu esplendor habitual, mas é no Parque Eduardo VII, com o regresso do Wonderland Lisboa , que as famílias encontram o epicentro da festa. É o local ideal para um passeio urbano que une a história ao lazer. Sintra A Verdadeira Magia de um Conto de Fadas Sintra não precisa de filtros; a sua mística natural faz todo o trabalho. Sob o mote "Sintra Mágica" , as festividades arrancaram oficialmente a 1 de dezembro, transformando a vila Património Mundial num cenário arrebatador. O ponto alto é olhar para a Serra e ver o Palácio da Pena iluminado, destacando-se na escuridão (e muitas vezes na bruma) como um castelo de sonho. No centro, o ambiente no Parque da Liberdade e no Terreiro Rainha D. Amélia é de pura fantasia, fazendo as delícias dos mais novos e transportando os adultos para um imaginário romântico que só Sintra consegue oferecer. Porto A Alma Invicta No Porto, as luzes na Avenida dos Aliados não são apenas lâmpadas; são uma afirmação de identidade. A cidade oferece aquele ambiente de proximidade e "bairrismo" que lhe é tão característico. As iluminações estendem-se pelas praças e fachadas de granito, tornando cada caminhada numa descoberta autêntica. Para quem gosta de um Natal com caráter, o Porto é imbatível. Funchal O Espetáculo do Atlântico A Madeira joga num campeonato à parte. O Funchal, com a sua orografia em anfiteatro, ilumina-se de ponta a ponta, criando um cenário visualmente arrebatador que se reflete no mar. Em 2025, as instalações artísticas e os corredores de luz confirmam a ilha como um destino de classe mundial para a passagem de ano e para o Natal. Óbidos História Viva A vila de Óbidos volta a transformar-se na "Vila Natal". Caminhar dentro das muralhas iluminadas é como entrar num livro de ilustrações antigo. Com decoração temática e personagens mágicas, é uma experiência imersiva que vale o bilhete, especialmente para quem procura alimentar a imaginação. Santa Maria da Feira O Reino de Perlim É fundamental ser rigoroso: a magia de Perlim acontece na histórica Quinta do Castelo , e não noutro lugar. Este é, talvez, o parque temático mais original do país, tirando partido da mata centenária e da encosta do castelo para criar um ambiente de sonho. É a escolha certa para quem quer viver o Natal em grande escala. Mercados de Natal: O Comércio com Coração A par das luzes, 2025 consolida o regresso em força dos Mercados de Natal. Fugindo à frieza dos grandes centros comerciais, estes espaços — com as suas pitorescas casinhas de madeira — devolvem a vida às praças. Seja no Rossio, na Cordoaria ou nas praças das capitais de distrito como Viseu, Leiria ou Braga, estes mercados são a montra do que melhor se faz em Portugal. É aqui que encontramos o artesanato genuíno, as peças de autor e os produtos regionais. Comprar aqui não é apenas levar uma lembrança; é apoiar a economia local e valorizar os pequenos artífices que mantêm as nossas tradições vivas. Gastronomia de Rua: Sabores que Aquecem Sejamos honestos: nenhum passeio natalício está completo sem o conforto do paladar. A experiência visual das luzes pede, invariavelmente, o "conforto de estômago" que só a comida de rua portuguesa sabe dar. É obrigatório parar junto a um assador de rua, envolto naquele fumo branco inconfundível, e comprar um cartucho de castanhas assadas , quentes e estaladiças ("quentes e boas", como dita o pregão). Nos mercados e feiras, a dieta fica à porta: uma fartura ou um churro , polvilhados generosamente com açúcar e canela, são o sabor da nossa infância. E para combater o frio das noites de dezembro? Nada melhor do que um copo de Ginjinha (tão típica em Sintra, Óbidos e Lisboa) ou um vinho quente com especiarias, uma tradição europeia que Portugal adotou com carinho. Um Convite para Sair de Casa Este roteiro serve apenas como ponto de partida. O verdadeiro espírito de Natal encontra-se na vontade de sair, de partilhar momentos e de criar novas memórias com quem mais gostamos. Aproveite a época. Visite, prove, sinta e deixe-se contagiar pela luz. Boas Festas!

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